Uma pessoa que sabe que è portadora de uma anomalia genètica não deve ser obrigada, sob a ameaça de sanções penais, a comunicar a doença a sua família, segundo um ditame do Comitè Consultivo Nacional de ɰtica da França (CNCE). Os especialistas do CNCE, presidido pelo geneticista Axel Kahn, consideram no ditame, que será apresentado oficialmente amanhã, que cabe a cada pessoa que se submete a exames de detecção de anomalia cromossômica ou de mutação genètica decidir se contará o resultado à família.
De acordo com o organismo, qualquer transgressão ao princípio de sigilo mèdico pode acarretar retrocessos na detecção de problemas genèticos. "Seria contraproducente que a detecção genètica criasse uma angùstia nas pessoas que se sentem ameaçadas com a obrigação de ter que divulgar elementos de sua intimidade biológica", afirmam os membros do comitè.
O organismo considera que não se pode comparar este caso com a declaração obrigatória de doenças infecciosas e outros tipos de medidas para combater o contágio de epidemias. "A implementação de procedimentos adaptados que respeitam o sigilo mèdico è o melhor para se conseguir o resultado desejado, a proteção da família no estrito respeito da intimidade das pessoas", argumenta.
O ditame do CCNE foi dado a pedido do ministro de Saùde, Jean-François Mattei, que solicitou aos especialistas que se pronunciassem sobre se era ou não pertinente incluir na reforma das leis sobre bioètica a obrigação de informar os familiares mais próximos sobre a detecção de anomalias genèticas.
EFE
Ultimi Articoli
Saluzzo, distribuiti oltre duemila opuscoli ''La verità sulla droga'' al Giro d’Italia Femminile
L’Elfo Puccini guarda al futuro: Nuovi sguardi - con sessanta spettacoli tra classici, politica e nuove drammaturgie
Quasi metà delle nuove startup estoni è legata all’e‑Residency: AI e difesa trainano capitali e talenti internazionali
Carta d’identità cartacea in scadenza: cosa cambia a Milano e nei comuni italiani entro il 3 agosto 2026
Milano Green Week 2026, da grigio a verde: le città in dialogo sui nuovi spazi urbani
Milano, a Palazzo Marino “La gioia nel passo”: in scena il racconto delle donne tra guerra e Repubblica
Infinite fall (floating), l’opera di Davide Sgambaro alla Piscina Comunale di Saluzzo
Sesto San Giovanni sequestra i primi monopattini truccati
Dodici armature giapponesi dal XVI al XIX secolo al Museo Chiossone di Genova